1. Reserve tempo contínuo

Provador não é fila de banco: o corpo muda de tensão ao longo do dia. Blocos de 45 a 60 minutos permitem testar duas silhuetas, ajustar lapela e discutir tecido sem pressa. Se só tiver vinte minutos, priorize uma decisão (ex.: ombros e comprimento de manga) e marque retorno para o restante.

2. Roupa base neutra

Camisa clara, sem estampas ruidosas, e o sapato que realmente usará com o terno. O espelho do atelier é honesto — mas só se o contraste entre peça e pele não roubar atenção. Meia escura e cinto alinhado ao calçado fecham o desenho da silhueta.

3. Traga referências, não só medidas

Uma foto de caimento que admira (mesmo de outra marca) vale mais que lista de números soltos. O consultor traduz isso para padrão de ombro, abertura de peito e linha da gola. Se tiver peça antiga que quase serviu, traga: explica o que incomodava.

4. Alinhe expectativa de uso

Escritório com ar condicionado forte, evento ao ar livre em Goiás ou viagem aérea frequente mudam lã, entretela e folga de movimento. Dizer isso no início evita segunda prova por “detalhe técnico” que era, na verdade, requisito de contexto.

Pedir visita ao atelier